Se você trabalha no setor público ou acompanha política, essa notícia é para você. A Advocacia-Geral da União (AGU) publicou um documento que será o norte das próximas eleições. É o novo Guia de Conduta para Agentes Públicos Federais. Mas será que essas regras conseguem segurar o avanço das deepfakes? ## O que muda para o agente público > "A integridade do processo eleitoral agora passa, obrigatoriamente, pelo uso ético das novas tecnologias de automação." O guia foca na conduta ética durante as **Eleições 2026**. Ele serve para evitar que a máquina pública seja usada em benefício de candidatos. Na prática, o documento detalha o que é proibido e o que é permitido. A ideia é garantir que o servidor não use seu cargo para desequilibrar a disputa. Segundo informações do portal [o rio branco](https://news.google.com/rss/articles/CBMitgFBVV95cUxORHh0N2lKU0ZvUlM0aWtyYTk1N3hpZnNBSWR0ZVdxdGxrOF9kUGM2bGZmczRDM0pDMnZ5Mk9KNVY0LTB6ZGFFQXRyY2xEdGxNZVlBRlFTOXFkY2tpdWJVdWZtd1lKTkFaU0VlMVpkMkNQU2tRa3hNTGlQNjBhV0djbjF1NEZsRVFnaldnYjJaME1qaWhzR183RWliUmoxYTRvVWFSb29GbUlpRWZyeVJXNTlodGtsUQ?oc=5), a ética é o pilar central. > 📌 LEIA MAIS: [TSE aperta o cerco contra deepfakes em campanhas eleitorais](https://www.swen.ia.br/noticia/tse-deepfakes) ## O papel da IA no novo guia A grande novidade deste ano é o capítulo dedicado à **Inteligência Artificial**. A AGU sabe que a tecnologia mudou o jogo. O documento estabelece diretrizes rígidas para o uso dessas ferramentas. O foco está na transparência e na verdade das informações. ### Combate às deepfakes O guia proíbe a criação de conteúdos sintéticos que possam enganar o eleitor. Isso inclui áudios, vídeos e fotos manipuladas por IA. ### Transparência obrigatória Se um órgão público usar IA para qualquer comunicação, deve avisar. O cidadão precisa saber que aquele conteúdo não foi 100% humano. Confira os pontos principais sobre tecnologia: - **Identificação**: Todo conteúdo gerado por IA deve ser sinalizado. - **Vedação**: Proibido usar IA para criar desinformação. - **Responsabilidade**: O agente público responde pelo uso indevido da ferramenta. - **Ética**: O uso deve respeitar os direitos fundamentais. ## Transparência e combate à desinformação > "O uso de IA não pode ser um atalho para burlar a legislação eleitoral vigente no Brasil." A preocupação da **AGU** não é apenas com a tecnologia em si. O problema real é como ela pode espalhar mentiras rapidamente. De acordo com o [o rio branco](https://news.google.com/rss/articles/CBMitgFBVV95cUxORHh0N2lKU0ZvUlM0aWtyYTk1N3hpZnNBSWR0ZVdxdGxrOF9kUGM2bGZmczRDM0pDMnZ5Mk9KNVY0LTB6ZGFFQXRyY2xEdGxNZVlBRlFTOXFkY2tpdWJVdWZtd1lKTkFaU0VlMVpkMkNQU2tRa3hNTGlQNjBhV0djbjF1NEZsRVFnaldnYjJaME1qaWhzR183RWliUmoxYTRvVWFSb29GbUlpRWZyeVJXNTlodGtsUQ?oc=5), o manual serve como uma blindagem para as instituições. O objetivo é evitar que recursos públicos financiem campanhas de ódio. Isso vale tanto para redes sociais quanto para canais oficiais. > 📌 LEIA MAIS: [O impacto da Inteligência Artificial na democracia moderna](https://www.swen.ia.br/noticia/ia-democracia) ## Por que isso importa agora? Você pode pensar que 2026 está longe. Mas o governo precisa treinar milhares de servidores antes disso. A AGU quer criar uma cultura de integridade digital. Isso leva tempo e exige regras muito claras desde já. O guia também ajuda a evitar processos judiciais desnecessários. Quando o servidor sabe o que pode fazer, o risco de erro diminui. ### Prazos e fiscalização As regras já começam a valer para o planejamento das próximas campanhas. A fiscalização será feita pelos órgãos de controle interno. ## O veredito O guia da AGU é um passo essencial para modernizar o Direito Eleitoral. Ele reconhece que a tecnologia avançou mais rápido que as leis. O cenário é desafiador, mas quem seguir as regras evita dores de cabeça jurídicas. Não é apenas sobre proibir, é sobre educar para o uso responsável. Qual dessas mudanças você acha que será a mais difícil de fiscalizar na prática?